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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Roteiro Cidadania em Portugal | 7 de novembro | 14h00 | Biblioteca da Escola Secundária Alexandre Herculano - Porto

A Associação Espaços - Projetos Alternativos de Mulher e Homens, a Fundação Cuidar O Futuro, a Junta de Freguesia do Bonfim e o Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano propõem-se realizar dia 7 de novembro de 2016, entre as 14:00-17:00, na Biblioteca da Escola Secundária Alexandre Herculano, na Avenida Camilo, no Porto, o workshop "Partilhar Lideranças nos Espaços Público e Privado", no âmbito do "Roteiro Cidadania em Portugal", promovido pela ANIMAR e pela Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade (SECI) http://cidadaniaemportugal.pt/

De acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), este workshop abordará, de forma integrada, as temáticas Educação para a Cidadania; Igualdade de Género; Combate às Desigualdades; Participação e Democracia Local e Instituições Eficazes e Inclusivas, com cidadãs e cidadãos em geral. Será dinamizado por Cláudia Múrias e Liliana Lopes, a partir do pensamento de Maria de Lourdes Pintasilgo, com recurso à metodologia da aprendizagem pela conversa (conversational learning), proposta por Ann Baker, Patricia Jenson e David Kolb (2002).


O processo de aprendizagem pela conversa proporciona um espaço fluido e estruturado, adequado ao aprofundamento da consciência dos temas em debate. Esta metodologia permite criar espaços de conversa (em contexto de grupo), mobilizadores de partilha de saberes, conhecimentos e posicionamentos sociais diversificados, facilitando a construção de práticas inovadoras. 

As inscrições são gratuitas (mas obrigatórias) com indicação de NOME, IDADE, E PROFISSÃO/INSTITUIÇÃO (se aplicável), até dia 5 de novembro de 2016 para espacos.projetos.alternativos@gmail.com


Roteiro Cidadania em Portugal | 7 de novembro | 9h30 | Biblioteca da Escola Secundária Alexandre Herculano - Porto

A Associação Espaços - Projetos Alternativos de Mulher e Homens, a Fundação Cuidar O Futuro e o Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano propõem-se realizar dia 7 de novembro de 2016, entre as 9:30-11:00, na Biblioteca da Escola Secundária Alexandre Herculano, na Avenida Camilo, no Porto, a Oficina “Maria de Lourdes Pintasilgo: um percurso singular”, no âmbito do Roteiro Cidadania em Portugal, promovido pela ANIMAR e pela Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade    http://cidadaniaemportugal.pt/ 

De acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a Oficina “Maria de Lourdes Pintasilgo: um percurso singular” abordará, de forma integrada, as temáticas Educação para a Cidadania; Igualdade de Género; Combate às Desigualdades; Participação e Democracia Local e Instituições Eficazes e Inclusivas, com jovens estudantes do ensino secundário.

Esta oficina será dinamizada por Cláudia Múrias e Liliana Lopes, propondo-se a construção de um espaço de debate e discussão de situações sociais contemporâneas a partir da visão e das propostas de ação que Maria de Lourdes Pintasilgo desenvolveu ao longo da sua vida profissional e cívica, seguindo o fio condutor da apresentação da sua biografia, com recurso à exploração de pequenos excertos de textos seus, e utilizando jogos e dinâmicas de grupo como exercícios-desafio para a problematização e questionamento em pequeno e grande grupo.

Previamente e posteriormente à oficina, poderão ser explorados em sala de aula o pensamento e a ação política e social de Maria de Lourdes Pintasilgo, em articulação com temas constantes dos programas curriculares, estando desde já previsto o envolvimento de docentes de Filosofia, História e Língua Portuguesa.

Paralelamente, a exploração dos recursos disponíveis na carrinha do Roteiro Cidadania em Portugal poderá ser feita por todas as pessoas e entidades da comunidade educativa alargada da freguesia do Bonfim.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Roteiro Cidadania em Portugal | 27 de outubro | 10h00 | Edifício Municipal do Campo Grande Lisboa


Em colaboração com a Fundação Cuidar O Futuro, o Graal e a Câmara Municipal de Lisboa, vamos realizar dia 27 de outubro de 2016, entre as 10:00-13:00, no Edifício Municipal do Campo Grande, nº 25, 2º piso, Sala 3, em Lisboa, o workshop “Promover a Qualidade de Vida pela Igualdade de Género”, no âmbito do “Roteiro Cidadania em Portugal”  http://cidadaniaemportugal.pt/  promovido pela ANIMAR e pela Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade.

De acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o workshop “Promover a Qualidade de Vida pela Igualdade de Género”abordará as seguintes temáticas: a Educação para a Cidadania, a Igualdade de Género, a Saúde e Qualidade de Vida, a Participação e Democracia Local e as Instituições Eficazes e Inclusivas, com profissionais de intervenção social, comunitária ou educativa.

Este workshop será dinamizado por Cláudia Múrias e Marijke de Koning, a partir do pensamento Maria de Lourdes Pintasilgo, e através da metodologia da aprendizagem pela conversa (conversational learning), proposta por Ann Baker, Patricia Jenson e David Kolb (2002).

O processo de aprendizagem pela conversa proporciona um espaço fluido e estruturado, adequado ao aprofundamento da consciência dos temas em debate. Esta metodologia permite criar espaços de conversa (em contexto de grupo), mobilizadores de partilha de saberes, conhecimentos e posicionamentos sociais diversificados, facilitando a construção de práticas inovadoras.

sábado, 17 de outubro de 2015

Oficina "Corpo nos Espaços, Espaços no Corpo" | Festival Feminista do Porto | 25/10/2015


A Associação Espaços, no âmbito do Festival Feminista do Porto, vem desafiar à participação na oficina: "Corpo nos espaços/Espaços no corpo", que irá ter lugar no Sabiamente - Centro de Estudos, no dia 25 de Outubro, Domingo, entre as 16h e as 18h (Rua da Alegria, 299, 4000-044 Porto).

Nesta oficina, procuraremos criar um espaço vivencial para o corpo, através de exercícios corporais, em parceria com a artista e performer Manuela São Simão, ao mesmo tempo que nos propomos refletir, sentir e experimentar em torno da questão do corpo na sociedade contemporânea e sobre o seu papel na intervenção e mudança.

Agradecemos a inscrição gratuita para: espacos.projetos.alternativos@gmail.com
(limitada a 25 participantes)

Vem “dar corpo” a esta oficina!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

20 dezembro | *Manualidades* colaboração ESPAÇOS e Projeto Escola Viva

A primeira sessão de "Manualidades" resulta de uma colaboração entre a ESPAÇOS e o Projeto Escola Viva.
Terá lugar na Cooperativa dos Pedreiros, Rua D. João IV, 1000-1006, no dia 20 de dezembro entre as 14 e as 16 horas.

A pretexto da construção de mobiles e instrumentos musicais a partir da reutilização de materiais, queremos criar espaço para a conversa sobre assuntos do quotidiano, relevantes para as pessoas participantes.


A sessão será facilitada por Eunice, Rita e Gerrit




Materiais necessários:
Traz materiais com que gostasses de trabalhar! Isto pode incluir tecidos, tubos de cartão, peças de metal, chaves sem fechadura... (outros materiais normalmente considerados inúteis)

Era útil trazeres uma boa tesoura ou alicate, linhas, cola ou outras coisas de que te lembres. (O que não houver inventa-se!)

A ideia é mesmo reaproveitar o que há e reduzir o consumo de recursos.


-.-.-

Pode também aproveitar a ocasião para conhecer o Projeto Escola Viva que a Espaços tem vindo a apoiar desde o seu início.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Ciclo 'Maria de Lourdes Pintasilgo em Conversa: Intervenção e Atualidade'


Ecos da primeira sessão


E num instante se passou de “É já amanhã!” para “Foi no sábado passado…”.

E, de facto, foi na tarde de sábado passado, dia 10 de maio, que demos início ao Ciclo ‘Maria de Lourdes Pintasilgo em Conversa: Intervenção e Atualidade’. 

Mas o que importa assinalar é que é a partir da tarde de sábado (bem) passado que, para as pessoas que estiveram à conversa, se foram desvelando caminhos e encruzilhadas da cidadania, da democracia e da política na sociedade portuguesa atual, pelo olhar da Maria de Lourdes Pintasilgo.

O ponto de partida para esta sessão foram 6 textos de sua autoria compilados na Antologia Para um Novo Paradigma: um mundo assente no cuidado:

·         Cuidar o futuro (pp. 127-139);
·         International movement towards democracy (pp. 165-175);
·         Inventar a democracia (pp. 197-203);
·         Ética, cidadania e política (pp. 205-217);
·         Changing values in a world in transition (pp. 397-408);
·         Pour une participation créatrice (pp. 435-439) ;
·         Des voies pour une démocratie culturelle (pp. 441-444).

Cedo se descobriu que o mote para a tarde abria portas a uma necessariamente complexa teia de outros conceitos, processos e fenómenos sem os quais cidadania, democracia e política seriam apenas palavras esvaziadas de um sentido vivenciado e refletido, conceitos abstractos desligados dos nossos sistemas concretos de vida. O que é o mesmo que dizer que as boas e consequentes conversas não podem deixar de ser como as cerejas, e esta foi!

A Liliana Lopes propôs-nos dar o primeiro passo a partir dos ecos de 2 frases de Maria de Lourdes Pintasilgo:

Estar / Ser no mundo, de forma consciente, implica necessariamente um dizer, um fazer, um fruir. (p.435)
O acesso de cada indivíduo ao real é condição estruturante e sentido de desenvolvimento de toda a democracia, caso contrário o sujeito ficará de fora da história que é instado a viver. (p.436)

A partir daqui, os trilhos que cada um/a traçou com base na sua experiência e do modo como apreende a realidade portuguesa na atualidade foram sendo partilhados, levando-nos à formulação de proposições e questões essenciais para a construção deste debate, cruzando as nossas palavras com as de Maria de Lourdes Pintasilgo.

Deixámos os caminhos abertos para os podermos percorrer continuamente, e…

… e que tal darem alguns passos aqui connosco? Partilhamos os nossos itinerários de exploração, na esperança de que as próximas sessões do Ciclo MLP possam contribuir para irmos mais longe… junt@s!

-Porque é que algumas pessoas participam e outras não?
E o que significa participar?
Todas as formas de participação têm a possibilidade de ser consequentes para a mudança?

É preciso garantir a todos os cidadãos as condições que favorecem
a sua participação activa e criadora em todos os níveis do sistema cultural. (p.443)
Para nós não há, portanto, participação na vida cultural sem que o sujeito esteja capaz de intervir de forma assumida e consciente no processo global que é o sistema cultural.
«Socializar a cultura» é tornar essa possibilidade acessível à maioria. (p. 443)
Só haverá verdadeira participação das massas populares na cultura quando todos os cidadãos,
incluindo os grupos sociais mais desfavorecidos, tiverem conquistado as condições de
desenvolvimento pessoal que lhes permitam assumir-se enquanto cidadãos culturais de pleno direito. (p.444)
Sem participação dos cidadãos, a democracia torna-se cada vez mais o que um politólogo
francês, Patrick Viveret, chamava há semanas «a confiscação do poder» pela democracia. (p.135)
As pessoas eleitas estão cada vez menos conectadas com o seu eleitorado durante o exercício do seu mandato. Os eleitores sentem-se marginalizados, não levados em conta, já que as decisões são tomadas sem ter em consideração as suas posições. Um voto a cada 4 ou 5 anos torna-se irrelevante. (p.173)
A democracia representativa foi esvaziada da sua essência – a representação – e tende a tornar-se uma mera democracia formal. (p. 173)
Os mecanismos existentes não são suficientes para que as pessoas se expressem no tempo devido e a propósito das questões importantes. (p.173)


- A política está hoje submetida às lógicas impostas pelos poderes económico-financeiros
Toda?
O que é política?
É o mesmo que ação política?
Qual tem sido/deve ser o papel dos partidos?

A política é de todos e de todos os dias.
O primeiro lugar do exercício da política é o nosso próprio lugar no momento presente. (p.213)
É a pessoa humana a primeira e última finalidade de toda a decisão política.
Transformá-la num instrumento de objectivos científicos, económicos ou financeiros é quebrar o esteio da política e da cidadania que reside no carácter inviolável da dignidade humana. (p.207)
E assim o fosso entre a classe política e os cidadãos cresce a cada dia.
As pessoas já não acreditam na competência e na capacidade de concretização dos seus líderes. (p.173)
Na maioria dos países, os partidos políticos impõem uma disciplina de voto tão rígida que os deputados, em vez de representarem as posições dos seus eleitores, são, de facto, representantes das perspectivas da comissão política do seu partido. (p.173)
É preciso articular o sistema cultural, em toda a sua multiplicidade, com o
sistema complexo e diversificado de tomada de decisão política.
É preciso, já o dissemos, «reconhecer o coeficiente político de toda a acção cultural
e atribuir à acção política um conteúdo cultural». (p.441)


-A mudança só poderá acontecer a partir de uma atitude de questionamento
  O que é preciso para questionar?
E todos temos condições objetivas para questionar?

Isto implica uma mente questionadora, uma atitude dinâmica e uma capacidade para reformular continuamente o nosso próprio entendimento das coisas e as nossas convicções pessoais. (p.408)
É um facto que, em cada momento, a informação e as suas interpretações estão firmemente armazenadas e seguras, e isso permite a formulação de questões sempre que surjam novos estímulos. (p.408)
Mas quero deixar isto claro: uma mente questionadora não opera no vazio. (p.408)
Encarar a dimensão cultural de toda a vida social exige que sejamos capazes de questionar factos que se impõem como evidências, mas que não são senão mistificações partilhadas pela maioria. (p.441)


- A chave para a transformação da democracia e da cidadania é a educação.
De que educação falamos?
Onde acontece educação?
A educação pode tudo?

Ninguém tem a informação, as ferramentas necessárias para estar
à altura das situações. Assim, todos os que estão envolvidos na empresa da educação
têm que descobrir que são também aprendentes. (p.408)
Mais do que isso, a vida será percebida como um sistema de aprendizagem no qual todos
os elementos fornecem informação e ajudam cada um a formular as suas próprias questões. (p.408)
A questão essencial aqui não é de capacidade intelectual mas antes de segurança afectiva – isto permite desafiar os limiares da estabilidade, dar saltos quânticos, «surfar» as ondas da transformação social. (p.408)
[…] a educação é o processo de maturação do sujeito, a sua integração consciente numa comunidade, numa história de factos e de ideias, na língua materna e nas  línguas que estruturam o seu espírito na alteridade, condição de aceitação do outro e, no limite, de uma cultura de paz. (p.202)
O sujeito é sempre veiculado na observação do objecto. […]
Tão importante como o trabalho sobre o objecto é o trabalho do sujeito sobre si próprio. (p.214)
Assim, na cidade, o ser humano não é apenas o observador mais ou menos atento,
muitas vezes céptico e indiferente, outras vezes analista político de ocasião.
A cidade (figura da polis) é o lugar onde o ser humano emerge como sujeito.
Pela diversidade da sua actividade.
Pelo entrosamento de finalidades e meios de acção com os outros seres humanos.
Pela atenção constante aos acontecimentos.
Pela importância de que se reveste a acção, traz sempre consigo
uma forma própria de saber e de saber fazer, tornando-se assim,
na linguagem do grande pensador Paulo Freire, agente de cultura. (p.298-209)


E foi por estes caminhos que, em pouco mais de duas horas, nos aventurámos e refletimos em conjunto. Mesmo que a discussão se tenha, aparentemente, afastado da nossa referência principal, Maria de Lourdes Pintasilgo acompanhou-nos durante todo o percurso. Dos excertos acima indicados, nem todos foram lidos durante a nossa viagem de exploração democrática mas é neles que se espelham as nossas principais conclusões, das quais destacamos

 a necessidade de questionar e de construir ativamente o caminho,
 propondo a distinção entre o que é educação, socialização e cultura,
 atendendo a que cada pessoa experiencia subjetivamente condições de vida aparentemente semelhantes,
 evitando a diabolização de estruturas, como a escola, os partidos ou a mídia, espaços onde vale a pena não virar costas à luta.

Esperamos que o início do Ciclo 'Maria de Lourdes Pintasilgo em Conversa: Intervenção e Atualidade' seja precisamente isso, só um início. O início de algo maior e melhor, de um movimento capaz de fazer jus à eminente Mulher que nos tempos de hoje é tão pertinente recordar.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Ciclo 'Maria de Lourdes Pintasilgo em Conversa: Intervenção e Atualidade'



Sessão primeira - exploração de excertos da Antologia Para um Novo Paradigma: um mundo assente no cuidado (2011)

A primeira sessão 'oficial' do Ciclo 'Maria de Lourdes Pintasilgo em Conversa: Intervenção e Atualidade' terá lugar já este sábado, dia 10 de maio, entre as 15h30 e as 17h na cafetaria-galeria Duas de Letra.

Neste primeiro momento propomo-nos, e propomo-vos, explorar o pensamento de Maria de Lourdes Pintasilgo em torno de alguns temas-chave da sua intervenção política e social: cidadania, democracia e política.

Partiremos de excertos integrados na antologia de textos de Maria de Lourdes Pintasilgo Para um Novo Paradigma: um mundo assente no cuidado, editada em 2011, para junt@s descobrirmos caminhos alternativos para (re)inventar a democracia pela palavra e pela ação.

Venham conversar connosco, e tragam um/a amig@ também!

Esta sessão não exige inscrição prévia, mas para efeitos de gestão logística é importante que nos confirmem a vossa presença por e-mail.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Ciclo 'Maria de Lourdes Pintasilgo em Conversa: Intervenção e Atualidade'


Convite aberto à dinamização e à participação

A Associação Espaços assume-se como uma plataforma de emergência de projetos alternativos de mulheres e homens comprometidas/os com a resolução criativa e sustentável de problemas sociais, alicerçados na promoção da igualdade. Temos uma caminhada comum construída na confluência de passos que, de forma mais ou menos intencional, se cruzaram em momentos-chave com o pensamento e a ação política, social e intelectual de Maria de Lourdes Pintasilgo. Esses cruzamentos deixaram marcas indeléveis nas perspetivas e aspirações com que encaramos o tempo presente e futuro.

Porque sempre foi uma mulher do seu tempo, projetando o futuro, e porque as circunstâncias em que vivemos hoje exigem que convoquemos o melhor do nosso património de cidadania, democracia e criatividade social, mais do que recordar Maria de Lourdes Pintasilgo “dez anos depois”, queremos propor-vos um duplo desafio-convite:

- olhar o presente e o futuro a partir do seu legado político, social e intelectual; e 
- ressignificar a nossa intervenção na sociedade a partir do seu pensamento e da sua intervenção. 

Sendo a intervenção de Maria de Lourdes Pintasilgo na sociedade portuguesa e mundial diversa na forma e abrangente nos temas, este convite abre-se a iniciativas de natureza diversa nas quais as/os dinamizadores/as possam responder ao desafio que lançamos: conversar com Maria de Lourdes Pintasilgo, seja em sessões de aprendizagem pela conversa, tertúlias, debates, mesas redondas, conferências, ou outras formas que melhor possam acolher as ideias que queremos fazer circular.
As pessoas interessadas em dinamizar uma sessão integrada nesta iniciativa deverão contactar a Associação Espaços para que juntas/os possamos definir os contornos da sessão, e iniciar a sua preparação e organização.

No sentido de agilizar o acesso a recursos para exploração temática, e para a preparação das iniciativas que se venham a organizar no âmbito do Ciclo “Maria de Lourdes Pintasilgo em Conversa: Intervenção e Atualidade”, a Associação Espaços compilou informação de materiais que poderão constituir pontos de partida/de passagem/de chegada, disponibilizando alguns dos recursos bibliográficos que de seguida elencamos às/aos dinamizadoras/es de cada sessão:

Recursos disponíveis online

Recursos bibliográficos
Coutinho, A., Grácio, F., Jorge, N., Borges Santos, P. & Tavares da Silva, R. (Coords.) (2011). Para um novo paradigma: um mundo assente no cuidado. Antologia de textos de Maria de Lourdes Pintasilgo. Porto: Afrontamento.
Koning, Marijke (Coord.) (2005). Rede de mulheres 25 anos depois: Com Maria de Lourdes Pintasilgo. Lisboa: Fundação Cuidar O Futuro & Graal.
Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres. Revista Ex-aequo nº12 (2005). Um Legado de Cidadania. Homenagem a Maria de Lourdes Pintasilgo.
Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres. Revista Ex-aequo nº21 (2010). Dossier: Maria de Lourdes Pintasilgo, cinco anos depois. Ecos de palavras dadas.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Ciclo 'Maria de Lourdes Pintasilgo em Conversa: Intervenção e Atualidade'

Novos recursos e... novidades em breve!

Graças ao entusiasmo com que tem sido acolhido o desafio que lançámos com o Ciclo 'Maria de Lourdes Pintasilgo em Conversa: Intervenção e Atualidade', a dinâmica em torno da organização das sessões que farão do Ciclo uma realidade concreta é já assinalável.
A todas e todos que nos têm manifestado o seu interesse na participação e na dinamização, aqui fica um registo da nossa congratulação e do nosso entusiasmo crescente!

Estamos já em contacto com várias pessoas que pretendem dinamizar uma sessão integrada o Ciclo, contamos poder apresentar um programa em breve - sempre em aberto, trabalho em construção permanente com todas as pessoas que se venham a envolver nesta iniciativa.

Entretanto, partilhamos um novo recurso que nos foi disponibilizado pela Marijke de Koning, e que sendo potencialmente relevante para quem dinamizará uma sessão, não deixa de ser uma leitura interessante para todos/as quantos/as queiram conhecer mais acerca do pensamento de Maria de Lourdes Pintasilgo.

Boas leituras, boas reflexões, e mãos à obra!


Coutinho, Mª Antónia (2012). As mulheres no pensamento de Maria de Lourdes Pintasilgo. Revista Faces de Eva. Estudos sobre a Mulher, 27, 9-25.

domingo, 9 de março de 2014

ESPAÇOS na TEIA

No dia 8 de março, a Associação Espaços juntou-se à Rede Comunitária - TEIA, em Gulpilhares, para celebrar uma data que nos lembra, entre outros, da luta contínua pelos direitos de todos os seres humanos, mulheres e homens junt@s!

No âmbito de uma curta sessão inspirada na Metodologia da Aprendizagem pela Conversa, diferentes ESPAÇOS foram criados no âmbito da TEIA, espaços em que os sentimentos prevaleceram. Aprendemos que a partilha é essencial, seja ela de alegria, seja de tristeza, e que a cidadania está em tod@s nós e é o nosso dever fazê-la crescer. Em conjunto! OBRIGADA!

quarta-feira, 5 de março de 2014

Dia Internacional das Mulheres com a TEIA - Rede Comunitária

No dia 8 de março, a ESPAÇOS junta-se à TEIA - Rede Comunitária, em Gulpilhares, numa dupla celebração: o Dia Internacional das Mulheres, e o 1º aniversário do Grupo de Mulheres.

Vamos estar presentes num círculo de conversa, puxando os fios que unem as temáticas que dão o mote para o programa deste dia: Mulheres - Cidadania - Participação.

Aqui fica o cartaz com o programa completo, e ficamos à espera de muitos e felizes (re)encontros. O ponto de encontro é a Sede da União de Freguesias Gulpilhares e Valadares (ver mapa).


sábado, 15 de junho de 2013

Ciclo de workshops "Eu faço tarefas domésticas!”

A Associação Juvenil de Deão (AJD) promoveu, durante o mês de maio e junho, no âmbito do projeto "Caminhos de Igualdade, co-financiado pelo POPH/QREN e FSE, através da CIG enquanto organismo intermédio, 8 workshops participativos de desenvolvimento de competências para homens, designados por: "Eu faço tarefas domésticas!”.

Mais uma vez a facilitação esteve a cargo de Cláudia Múrias. Estes workshops consistiram em momentos de conversa e de partilha de histórias de participação na esfera privada, contando com a presença de homens com experiência de conciliação entre esferas de vida. Pretendia-se que, após a participação nos workshops, os jovens, rapazes e homens se sentissem mais competentes para conciliarem uma participação na esfera privada com as restantes esferas da sua vida, a profissional e/ou a pessoal.


Um cartaz com autoria de Hugo Fernandes

Conversa com Filipe Martins e Armando Triunfante, fotografada por Hugo Fernandes.

Conversa com José Ricardo Gonçalves, fotografada por Ana Paula Dias.

Conversa com Bruno Leitão e Miguel Franco, fotografada por Sara Freire.
 Conversa com Bruno Malheiro, fotografada por Sara Freire.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Workshop sobre aprendizagem pela conversa na Universidade Lusófona




Lançado o desafio por Laura Fonseca, no dia 22 de abril de 2013 levámos a metodologia da aprendizagem pela conversa a um novo espaço e a novas pessoas: a um grupo de 12 estudantes das licenciaturas em Psicopedagogia Clínica e em Serviço Social da Universidade Lusófona do Porto.

Os objetivos do workshop que Cláudia Múrias e Liliana Lopes dinamizaram definiram-se em função da articulação que se pretendia estabelecer com os conteúdos da Unidade Curricular de Desenvolvimento dos Recursos Humanos e Intervenção Psicopedagógica, da qual Laura Fonseca é responsável pela lecionação. Consistiram, assim em:

- compreender a centralidade das pedagogias participativas para o desenvolvimento dos recursos humanos;
- tomar contacto com a metodologia da aprendizagem pela conversa como modalidade de aprendizagem, de formação e de intervenção em recursos humanos.

Atendendo à curta duração prevista para este workshop - 2h30 - o sentido do seu desenvolvimento privilegiou uma abordagem geral aos fundamentos e estratégias para a operacionalização da metodologia da aprendizagem pela conversa, a partir da experiência acumulada e refletida pelas dinamizadoras, ancorada numa primeira exploração dos sentidos e processos de aprendizagem coletiva experienciados pelas participantes.

No final, algumas estudantes manifestaram o seu interesse numa exploração mais aprofundada da aprendizagem pela conversa com vista à sua mobilização no âmbito dos projetos de intervenção psicopedagógica e socioeducativa que concebem e implementam nos seus estágios curriculares.